O ExplorerFocus é um substituto do Windows Explorer para quem trabalha sempre nas mesmas pastas. Perfis configuráveis, árvores limpas, uma pré-visualização que abre quase tudo — código, documentos, livros — e operações que dizem mesmo o que está a acontecer. Sem o ruído do shell.
ExplorerFocus2
Agora com cofres de dados
Cada feature foi adicionada para responder a um problema concreto do trabalho diário sobre uma árvore de ficheiros conhecida. Nenhuma está lá por bonita. Quase todas podem ser ligadas ou desligadas.
Drag-reorder, F2 para renomear, Ctrl+1..9 para saltar entre tabs, Ctrl+T para criar. As tabs lembram a última pasta visitada e o estado da árvore.
Defines manualmente as raízes que queres ver. Filesystem e registry entram lado a lado. Sem a lateral cheia de itens que nunca abres.
Escreve *.cs *.json e tens semântica OR. ?onfig.json, Test*Run.cs — todos funcionam.
Botão direito numa tab → "Incluir na pesquisa global". O dot indicator (●/○) diz logo o que entra. Resultados numa janela não modal.
Texto com syntax highlight via AvalonEdit, imagens com decode em background, PDFs renderizados pelo motor do Edge (WebView2), Markdown convertido em HTML com tema escuro pelo Markdig. Tudo individualmente ativável. Cancela load anterior se mudares de selecção.
Substituto focado do Windows Explorer. Trabalha em torno de pastas configuráveis e esquece tudo que não interessa.
net10.0-windows · WPF · single-file
Nota — preview funciona com Edge WebView2 instalado (vem com Windows 10/11).
Janela flutuante mostra gauge por ficheiro, velocidade real, ETA, contagem global. Pausa, retoma, cancela. Até 6 operações em paralelo. Continua a tua vida noutra coisa enquanto corre.
Sobrepor / Saltar / Duplicar, individuais ou em bulk para o resto da operação.
Arrasta um ficheiro para uma tab e a tab comuta sozinha após 600ms. Dialog Copiar/Mover na largada.
Entras numa pasta com .dwg, .psd, .bak? Diálogo agregado pergunta de uma vez. Picker individual por linha (browse para o .exe; o nome é auto-resolvido por FileVersionInfo). Marca como ignoradas as que não interessam. Lista persiste.
Em qualquer pasta da árvore. Versões normais e elevadas. regedit em chaves do registry.
.cs, .xaml, .json, .md, .cmd, .ps1 — começam com a estrutura típica. O nome destaca-se sem apagar a extensão ao escrever.
Title bar, scrollbars, datagrids, dialogs, tooltips, preview do Markdown — tudo no mesmo idioma visual. Sem brancos perdidos a partir lugares improváveis.
Geometria da janela principal e da janela de operações. Última tab activa. Largura do tree pane. Sort por coluna. Estado da árvore. Tudo em %LOCALAPPDATA%\ExplorerFocus.
Tooltip de 1.8s sobre qualquer ficheiro mostra tamanho computado, datas, atributos. Dirs trazem o tamanho recursivo — calculado lazy, com semáforo para não martelar o disco.
Comparador customizado garante que diretórios ficam no topo de qualquer ordenação, em qualquer coluna, em qualquer direção. Como deve ser.
Clique normal seleciona. Shift+clique estende com semântica "decide pela maioria" — se o range já está maioritariamente seleccionado, desmarca; senão, marca. Ctrl+clique alterna individual. Não há "perdi todas as selecções por acidente".
Self-contained, single-file, com compressão e assinado digitalmente. Copias para uma flash drive e arranca em qualquer Windows 10/11. net10.0-windows + WPF — sem dependências fora da pasta do executável.
Não são só os menus — cada caixa, cada mensagem, cada dica. Escolhe-se um e a interface muda na hora: nada para reiniciar, nada para reinstalar.
Fabricante, modelo, firmware e número de série. Pratos ou estado sólido — e diz qual, porque um disco de pratos paga penalização de deslocação. Ligação, tamanho do setor, esquema de partição, o dispositivo por baixo. O que o sistema de ficheiros suporta mesmo: cifra EFS, compressão por ficheiro, ligações fixas, junções e ligações simbólicas, ficheiros esparsos, quotas, permissões ACL, diário de alterações USN, distinção de maiúsculas. E os dados SMART, quando o disco os dá.
Identidade do firmware e números de série, quando a máquina foi feita, o que está soldado à placa, a memória slot a slot, e como o Windows foi instalado. Só de leitura: nunca vai à Internet e nunca pede elevação.
O Windows diz que o ficheiro está aberto algures e nunca diz onde. Este sabe, porque vive dentro do explorador. E responde a mais três perguntas que o gestor do sistema não responde: o que corre da tua pasta de utilizador, o que não está assinado, e qual é a versão de cada uma das duas cópias do mesmo programa. Terminar pergunta primeiro — com o nome, o PID e o título da janela — e os que dariam ecrã azul nem sequer têm botão.
Liga a SFTP, FTP/FTPS e WebDAV (Nextcloud, ownCloud, NAS, IIS). Navega, pré-visualiza, envia e descarrega, cria pastas, renomeia e copia/move — com progresso ao byte e cancelamento. Edita ficheiros remotos localmente e sincroniza ao gravar. Autenticação por password ou chave SSH; segredos cifrados com DPAPI.
Grátis: 1 ligação SFTP/FTP/FTPS — só navegar e pré-visualizar. PREMIUM desbloqueia o WebDAV, várias ligações e todas as operações.
Liga a Dropbox e OneDrive por OAuth seguro — sem guardares palavras-passe. Navega, pré-visualiza, envia e descarrega, cria pastas, renomeia e copia/move, como numa pasta local. Os teus ficheiros nunca passam por servidores nossos.
PREMIUM: necessário desde a primeira ligação — navegar, pré-visualizar e todas as operações.
Preview instantâneo de qualquer .epub, .mobi, .azw, .azw3, .prc ou .fb2: capa, índice e o início do texto. Abre o livro completo num leitor próprio, com navegação por capítulos, salto de página, scroll automático e o teu ponto de leitura guardado. E banda desenhada: .cbz e .cbr abrem página a página, sem desempacotar centenas de megabytes primeiro.
Modo papel. O mesmo livro, outro aspecto: duas páginas abertas, lombada ao meio, papel com grão e luz de candeeiro, e a folha a dobrar-se presa à mão ao virar. Um botão cicla simples · papel · papel de noite, e o simples continua a ser a predefinição. Não passa a ser um livro a sério — não há textura, nem o som da página, nem o cheiro, nem o peso de lhe pegar e de o pousar — mas um ecrã consegue aproximar-se. O que isso dá é conforto, e o conforto é pessoal: cada pessoa lê melhor à sua maneira. Esta é apenas mais uma.
Grátis: pré-visualização — capa, índice e um primeiro olhar lá dentro.
PREMIUM: leitor completo — navegação, salto de página, scroll automático, modo papel, virar de página e memória dos últimos 20 livros.
Os livros que são teus abrem. Os comprados com DRM ficam presos à loja que os vendeu — a app explica porquê quando encontra um.
Pré-visualiza Word (.doc/.docx), Excel, PowerPoint, RTF e OpenDocument (texto, folha e apresentação) direto no painel. Áudio e vídeo tocam no preview, com janela flutuante e controlos de volume e velocidade. Uma marca assinala os ficheiros com preview disponível; os protegidos por palavra-passe são avisados sem pedir a senha.
Um clique grava do microfone para a pasta atual. Escolhe o microfone, vê o medidor de nível ao vivo, ajusta o volume de gravação e guarda em WAV ou M4A/AAC.
Pré-visualização ao vivo da câmara, com escolha de câmara e microfone, resolução e formato — MP4, WMV ou AVI. Guarda na pasta atual com um clique.
Grátis com marca de água discreta no rodapé. PREMIUM: sem marca de água.
Digitaliza do vidro ou do alimentador (ADF), várias folhas de uma vez. Escolhe a resolução e a cor — cor, tons de cinzento ou preto e branco. Guarda como JPEG/PNG ou junta tudo num PDF de várias páginas, e continua a adicionar folhas ao mesmo PDF.
Grátis: 1 página do vidro, com marca de água. PREMIUM: várias páginas, alimentador (ADF) e sem marca de água.
Duplo-clique (ou Navegar dentro) e entras no arquivo — navegas o conteúdo, pré-visualizas e copias ficheiros para fora sem extrair tudo. Só leitura; o Abrir com… continua a abrir no WinRAR/WinZip/7-Zip.
Escolhe uma região de qualquer monitor (ou o ecrã inteiro) e grava para MP4 com o microfone. Junta a câmara: alterna ecrã⇄câmara com transições (fundido, cortina, deslizar, mosaico), mostra-a em PiP num canto, ou lado a lado em ecrã dividido.
Grátis: marca de água + 15 s e sem som. PREMIUM: sem marca, sem limite de tempo e com som (microfone + sistema).
Dá às tuas gravações (ecrã e câmara) um cartão de abertura, uma faixa de texto permanente e um cartão de fim estilo créditos (até 10 linhas). 5 modelos independentes, cada um com 3 apresentações, logótipo, cor de fundo e um badge de episódio — feito para uma série de vídeos coerente.
PREMIUM. Assinatura discreta “Made with ExplorerFocus” no cartão de fim.
Grava o ecrã em silêncio e depois, numa box própria, reproduz o vídeo enquanto narras por cima. A narração fica num ficheiro à parte; juntas uma música de fundo, acertas os volumes (para a música não abafar a voz) e geras o vídeo final com as três fontes.
PREMIUM. O vídeo e a narração ficam em ficheiros separados; só “Gerar final” cria o vídeo misturado.
Qualquer vídeo que a pré-visualização abra ganha um botão no topo. Escrever o som num ficheiro — MP3, AAC, WMA, WAV, FLAC ou ALAC, os sem perda incluídos — ou fazer uma cópia do vídeo sem som. Fica mesmo ao lado do original, com o mesmo nome. O vídeo original fica como está. Sem caixa de conversão, sem segundo programa, e nada sai da tua máquina.
Se o Windows conseguir ler o vídeo, o som sai dele. O botão só se acende quando consegue mesmo.
Um cofre é um conjunto de ficheiros cifrados no disco — nomes de ficheiros, nomes de pastas e conteúdos, tudo. Abre-se com a palavra-passe e a árvore, a pré-visualização, a procura e as operações de ficheiros funcionam exatamente como sempre funcionaram, sobre conteúdo decifrado na hora. Fecha-se, e o que fica no disco são nomes ilegíveis e bytes sem significado.
Um cofre é um ramo como outro qualquer — põe-se um num disco, ou cem, lado a lado com pastas normais. Cada um leva a sua palavra-passe. Um só gesto abre todos os que partilhem a mesma, sejam um ou mil, e um só gesto fecha-os a todos.
Cada cofre gera as suas 48 palavras quando é criado — a chave dele, escrita por extenso. A password ou essas palavras: mais nada abre um cofre. Nós também não conseguimos — perdidas as duas, o cofre acabou. Guarda-as onde o cofre não está.
Dá-se uma letra a um cofre e ele passa a ser uma unidade normal para tudo o que corre na máquina — o ffmpeg, o Word, o WinRAR e o próprio gravador do explorador escrevem lá dentro. Montar troca sigilo por compatibilidade, e é por isso que nunca está ligado por omissão.
Os ficheiros são cifrados em blocos, e não por inteiro. Um vídeo de 4 GB nunca tem de ser decifrado para a memória primeiro — a pré-visualização abre, e salta-se direto ao minuto quarenta. Documentos, livros e imagens pré-visualizam da mesma maneira, dentro do cofre.
Não há limite nosso. Um cofre guarda um único ficheiro, ou vários TB espalhados por milhares deles. Acaba onde o disco acaba.
16 TB em NTFS, 16 EB em exFAT — e 4 GB em FAT32, porque esse é o limite do FAT32 e não o nosso. A cifra acrescenta cerca de 0,09%, portanto um ficheiro que caiba à justa deixa de caber: a verificação é feita sobre o tamanho cifrado e recusa antes de começar, com o número real.
O formato é o do Cryptomator, reconstruído a partir da especificação pública, e funciona nos dois sentidos — testado. Cofres feitos aqui abrem no Cryptomator em Android, iOS, Mac e Linux, sem nada para converter. Cofres que já tenhas também abrem aqui. Se o ExplorerFocus desaparecesse amanhã, os ficheiros não desapareciam.
Porque existe essa segunda coluna: prometer mais segurança do que se tem é a pior coisa que uma funcionalidade destas pode fazer. Qualquer produto desta categoria podia publicar essa lista. Quase nenhum publica.
Um efeito secundário que vale a pena saber: cada pasta cifrada vive à mesma profundidade curta no disco, portanto uma pasta a vinte níveis continua a ser um caminho de quatro partes. Caminhos que o Explorador do Windows se recusa a abrir funcionam dentro de um cofre.
PREMIUM — criar cofres. Abri-los é grátis, incluindo cofres feitos noutro lado.
Cada operação importante tem um atalho. Sem rato sempre que possível — conforto para sessões longas.
Cada dependência foi escolhida pela maturidade, pelo tamanho ou pela ausência de alternativas razoáveis. Sem framework do dia.
A lista completa viaja dentro do programa, com todos os autores e os textos integrais das licenças — em Acerca → Licenças de terceiros.
WPF clássico, sem WinUI nem MAUI. Compatível com Windows 10 e 11.
ObservableObject, ObservableProperty, RelayCommand — geração por source generators.
scrypt, AES-SIV e AES Key Wrap, do Bouncy Castle (MIT) — público, e em uso há mais de vinte anos.
O Dokany (LGPL v3) não é distribuído: instala-o quem quiser a letra, e o explorador só lhe chama se o encontrar. A ponte .NET, o DokanNet (MIT), essa viaja dentro do executável.
O formato do cofre é o do Cryptomator, reconstruído a partir da especificação pública. A chave de recuperação usa a lista de palavras do BIP-39 (MIT).
Syntax highlight, markdown renderer e embed do motor do Edge para PDF.
Para o envio à Reciclagem — a única forma honesta, e funciona.
SFTP pelo SSH.NET; FTP e FTPS pelo FluentFTP. Maduros, e aborrecidos no bom sentido.
O WebDAV, o Dropbox e o OneDrive são escritos à mão contra as APIs HTTP deles. Sem SDK do fornecedor para envelhecer mal.
Microfone e som do sistema com o NAudio e o WASAPI; o scanner com o NTwain, a norma TWAIN.
ZIP, RAR, 7z e TAR lidos no lugar, para um arquivo abrir como se fosse uma pasta.
Um aviso do Windows? Vê a versão que tens.
O ExplorerFocus está assinado digitalmente a partir da versão 1.2.23 (18 de agosto de 2026). Como a assinatura é recente, o Windows ainda pode pedir confirmação ao abrir: leva algum tempo a reconhecer um editor novo, e não é problema do ficheiro. Já uma cópia anterior à 1.2.23 não está assinada e pode deixar de abrir — nesse caso não esperes pela atualização automática, que vive dentro da app e por isso também não chega a correr. Descarrega-o outra vez nesta página.
Abrir o programa
Fixaste na barra e não abre por aí?
ExplorerFocus.exe → Propriedades.Verificar o ficheiro — opcional
Só se quiseres ter a certeza absoluta de que descarregaste o ficheiro oficial, sem alterações. Escolhe um dos dois métodos.
ExplorerFocus.exe fica ao descarregar. Isto faz-se no Explorador, não no browser.Método A — PowerShell
Get-FileHash .\ExplorerFocus.exeMétodo B — Linha de comandos (cmd)
cmd e prime Enter.certutil -hashfile ExplorerFocus.exe SHA256Deve ser igual a este valor (maiúsculas/minúsculas não importam)::
—
Iguais? É o ficheiro oficial, sem alterações.
O que é o SHA-256?
Pensa nele como a impressão digital do ficheiro. Um algoritmo lê todos os bytes do ExplorerFocus.exe e resume-os num código de 64 caracteres (letras A–F e números). Esse código é o SHA-256.
Tem duas propriedades que o tornam útil:
Por isso a verificação é simples: se o código que calculas no teu ficheiro for igual ao que está publicado aqui, tens a certeza de que é exatamente o ficheiro oficial, byte a byte — sem corrupção nem alterações. O código não se pode inverter: serve só para comparar, nunca revela o conteúdo.
Como confirmar
ExplorerFocus.exe fica ao descarregar. Isto faz-se no Explorador, não no browser.Método A — PowerShell
Get-FileHash .\ExplorerFocus.exeMétodo B — Linha de comandos (cmd)
cmd e prime Enter.certutil -hashfile ExplorerFocus.exe SHA256Deve ser igual a este valor (maiúsculas/minúsculas não importam)::
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Iguais? É o ficheiro oficial, sem alterações.